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domingo, 1 de dezembro de 2013

Após lutar pela vitória, Scuderia PCR destaca resistência de seus chassis

No kart #88, Beto Monteiro e Felipe Nasr saíram de 26o para segundo em poucas voltas, mas problemas de motor e acidentes atrapalharam sua prova

Após percorrerem cerca de 800 km em 12 horas de prova, os cinco chassis da Scuderia PCR chegaram intactos ao final de uma das mais desgastantes edições das 500 Milhas de Kart, disputada ontem no Kartódromo Beto Carrero.

Além da destacada confiabilidade, o time viu o kart #88 de Beto Monteiro e Felipe Nasr
ficar em segundo lugar na parte inicial das 500 Milhas de Kart Beto Carrero após largar de 26o. Trazendo um tipo de kart especialmente projetado para a prova brasileira, a italiana Scuderia PCR demonstrou sua força na edição de 2013, data em comemora apenas um ano em solo brasileiro.

‘O trabalho feito por todos da Scuderia PCR na Itália foi perfeito. Os chassis cumpriram muito com os conformes, sendo muito velozes - os mais rápidos na chuva e extremamente resistentes. Nossos cinco karts terminaram com os chassis intactos. Tenho orgulho de poder trabalhar liderando esta empresa que preza por este polimento em tudo que faz’, comentou Walter Savaglia, manager da Scuderia PCR.

‘Ter um time com craques da pilotagem e de experiência internacional, como Felipe Nasr e Beto Monteiro, é sensacional. Foi uma pena que infortúnios nos tiraram a chance de um pódio. Batemos e sofremos com problemas de motor, o que é completamente normal e aceitável em uma prova de longa duração como esta’, encerrou Savaglia, que também explicou que o KantanKart, mais nova categoria do kartismo nacional, utiliza esses mesmos novos chassis tão resistentes de provas de longas duração. 

Mario Lorenzi, engenheiro italiano responsável pela PCR, que fez um chassi exclusivo para a edição de 2013 resumiu muito bem a condição de seus karts: "chegaram muito bem após uma corrida tão desgastante como esta das 500 Milhas, que dura 12 horas", diz o italiano.


Beto Monteiro, que fez um grande primeiro stint, saindo de 26o para décimo, foi só elogios a seu kart: ‘fomos para cima no começo e conseguimos conquistar várias posições. Entreguei na mão do Nasr, que teve ótimo desempenho na chuva’, disse Monteiro, se referindo a pilotagem do brasileiro da GP2, que de décimo foi para segundo - girando voltas mais de 2s mais rápido que o primeiro, em poucas voltas.

‘Nosso começo de prova foi excelente. Pena termos um acidente que quebrou nosso banco, se não teríamos grandes chances de pegar um pódio’, disse Nasr.

Por causa do volume de chuva, muitos karts enfrentaram problemas com água no carburador, como o kart #18 dos jornalistas, que andou dentro do top-15 e tinha um ritmo para fazer uma corrida para lutar pelo pódio da categoria B (que inclui os 33 karts que não participaram do Top Qualifying).

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