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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Em “ano histórico”, Moto 1000 GP consolida condição de evento internacional

Pilotos de quatro países confirmaram a conquista dos títulos de 2014 no Campeonato Brasileiro de Motovelocidade

A quarta temporada do Moto 1000 GP chegou ao fim no último domingo (14) com a disputa do GP Petrobras, em Cascavel (PR). As corridas disputadas no Autódromo Internacional Zilmar Beux definiram os títulos do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade e consolidaram a afirmação da competição como evento internacional – pilotos de quatro países diferentes foram campeões das categorias GP 1000, GP 600, GP Light e GPR 250.

“Nós tivemos um ano histórico em 2014”, definiu o organizador do Moto 1000 GP, Gilson Scudeler. “Foi um ano em que observamos vários recordes na pista, mas principalmente recordes na participação do público na maioria das etapas. E isso em um ano com concorrentes muito fortes, e nesse caso eu falo da Copa do Mundo de Futebol no Brasil e das eleições presidenciais, dois dos assuntos que dominaram complemente a mídia”, citou.

O foco da mídia nos dois principais acontecimentos do ano no país não impediu que o Moto 1000 GP tivesse um substancial aumento de visibilidade. “Até a sétima das nossas oito etapas nós já registrávamos um aumento de 43% na exposição do campeonato na mídia. A segmentação do público continuou crescendo. As etapas têm reunido cada vez mais torcedores que são, de fato, consumidores do mundo do motociclismo”, disse Scudeler.

Uma das dificuldades do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade em 2014 foi decorrente da necessidade de readequações do calendário de etapas com a temporada em andamento. “A demora e a indefinição em fatores como a reforma de alguns dos autódromos onde tivemos etapas causaram mudanças, o que nunca ajuda ninguém, mas esse não foi um problema apenas do Moto 1000 GP. O esporte a motor, em geral, enfrentou essa situação”, lembrou.

Todas as categorias do Moto 1000 GP tiveram no GP Petrobras, na pista de Cascavel, a definição de seus títulos. Nas quatro, os pilotos ratificaram suas conquistas com vitória na etapa final: o brasileiro Meikon Kawakami, na série de formação de pilotos GPR 250, o argentino Nicolas Tortone, na GP Light, o uruguaio Maximiliano Gerardo, na GP 600, e o francês Matthieu Lussiana, na categoria principal do campeonato, a GP 1000.

As motocicletas do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade utilizam a gasolina Petrobras Podium e o óleo lubrificante Lubrax Tecno Moto. Petrobras e Lubrax patrocinam a competição ao lado da BMW Motorrad e da Michelin, fornecedora de pneus a todas as equipes inscritas. A Auto Service Logística é a transportadora oficial do evento, que conta também com o apoio de Suzuki, Beta Ferramentas, Servitec, LeoVince, Shoei e Tutto Moto.

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