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quarta-feira, 20 de maio de 2015

“Moto 3 brasileira”, GPR 250 é aposta das principais equipes do Moto 1000 GP

Grid da categoria de formação de pilotos inclui vários dos maiores times que disputam título brasileiro de motovelocidade na GP 1000 e na GP 600
Associada à equipe tricampeã da GP 1000, a Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros tem quatro pilotos na GPR 250
Associada à equipe tricampeã da GP 1000, a Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros tem quatro pilotos na GPR 250

Iniciada no dia 3 de maio com a disputa do GP Petrobras no Autódromo Internacional de Curitiba, a temporada de 2015 do Moto 1000 GP destaca uma tendência de crescimento acentuado do grid da categoria GPR 250. Criada em 2013 e
destinada à formação de novos talentos, a série tem adesão de várias das principais equipes que disputam vitórias e títulos nas categorias GP 1000, GP 600 e GP Light do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade.
 

“A proposta do Moto 1000 GP não é só a de proporcionar um alto nível à motovelocidade nas categorias principais. Eu diria até que nossa missão mais importante é justamente formar os novos talentos que vão representar o Brasil nas próximas décadas”, considera o promotor do campeonato, Gilson Scudeler. “As equipes que estão conosco não só avalizam esse propósito como também estão engajadas na tarefa de formar novos pilotos no Brasil”, acrescenta.


Duas equipes das categorias de maior cilindrada aderiram em 2015 À GPR 250. A Motonil Motors-PDB Brasil, vice-campeã da GP 1000 com Wesley Gutierrez em 2014, inscreveu o paulista Rafinha Traldi e o gaúcho Hebert Pereira, terceiro e sétimo colocados no GP Petrobras, que abriu temporada em Curitiba. A M2B Racing, vice-líder da GP 1000 Evo com Victor Moura, confirma a estreia do paulista Niko Ramos na segunda etapa, no dia 31 em Cascavel.


A Santin Racing, que atualmente lidera com Marciano Santin a tabela de classificação da GP 600 Evo no Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, mantém-se na categoria de formação de pilotos, onde é representada pelo gaúcho Giovandro Tonini. Nome de destaque da nova geração de pilotos do Moto 1000 GP, Tonini é o competidor com mais idade no grid da GPR 250 – abriu sua participação na temporada de 2015 com 26 anos.


Quatro dos pilotos da GPR 250 defendem a Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros. Os paulistas Diogo Nascimento e Guilherme Brito, o goiano Brian David e o cearense José Duarte. Exceção feita a Nascimento, que completou 11 anos em abril e estreia nesta temporada, todos os pilotos participaram da temporada de 2014 pela equipe, que é diretamente associada à BMW Motorrad Petronas Racing, tricampeã da categoria principal, a GP 1000, entre 2010 e 2014.


A Pitico Race Team mantém três equipes no Moto 1000 GP. Uma delas, a Playstation-PRT, atende os irmãos Ton e Meikon Kawakami na GPR 250. Eles são líder e vice-líder do Campeonato Brasileiro. Chefiada por José Carlos de Morais, o “Pitico”, a PRT conquistou o título da categoria GP 1000 em 2011, com Alan Douglas, e o da GP Light em 2013, com Renato Andreghetto. Neste ano, lidera a GP Light com Rafa Nunes, inscrito pelo Team Suzuki-PRT.


A GPR 250

A história da GPR 250 teve início com a realização experimental de uma corrida na quarta etapa da temporada de 2012, disputada no dia 21 de outubro no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília (DF). O grid contou com 18 motos e a vitória foi conquistada por Michel Veludo, com a Honda Twister da Tato Moto Racing. Robson Lima e Ricardo de Carvalho Dias, ambos inscritos pela Podium Racing Team, foram segundo e terceiro colocados.


O resultado da experiência levou à implantação da GPR 250 já em 2013 no Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. Com duas vitórias e freqüência no pódio em outras quatro etapas, o gaúcho Pedro Sampaio conquistou o título pela equipe Fábio Loko, também do Rio Grande do Sul. Ele somou 130 pontos, apenas oito a mais que o paulista Meikon Kawakami, que confirmou o vice-campeonato aos 11 anos pela equipe Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros.


Kawakami conquistou o título brasileiro em 2014 conduzindo a Honda da Playstation-PRT à vitória em três das oito etapas. Ele também conquistou dois segundos e um terceiro lugar, chegando a 149 pontos, 19 à frente do paulista Lucas Torres, da Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros. A primeira etapa de 2015 teve dobradinha dos irmãos Ton e Meikon Kawakami, que levaram as Honda da Playstation-PRT à vitória e ao segundo lugar no GP Petrobras, em Curitiba.


As motocicletas do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade utilizam a gasolina Petrobras Podium e o óleo lubrificante Lubrax Tecno Moto. Petrobras e Lubrax patrocinam a competição ao lado da Michelin, fornecedora de pneus a todas as equipes inscritas nas quatro categorias em disputa. O Moto 1000 GP também conta, na temporada de 2015, com o apoio de Beta Ferramentas, Puig, Servitec, LeoVince, Shoei e Tutto Moto.

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