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domingo, 18 de setembro de 2016

Impressões do GP de Cingapura de F1 2016

por Fabrício Sousa

Finalmente uma corrida de Fórmula 1 que acabou na bandeira quadriculada. Parece estranho, mas as últimas corridas, além da falta de expectativas sobre quem pode vencer (sempre ou Halmilton ou Rosberg), ainda estava acontecendo de, salvo catástrofes, o vencedor já estar definido na última rodada de paradas nos boxes, que seria
aquele mesmo que teria vindo dominando a prova.

De fato no GP de Cingapura de hoje poderia ter acontecido a mesma coisa, graças ao fim de semana impecável de Nico Rosberg. É perceptível que o piloto alemão passou por um fortalecimento psicológico faltando 6 provas pro final do campeonato, mas quase perdeu o primeiro posto após a Mercedes não fazer a troca de pneus dele em seguida a Ferrari e Red Bull.

Lewis não conseguiu se entender com o acerto do carro pra hoje, o que se somou aos problemas na largada no último GP de Monza. Já pode ser sinal de instabilidade do piloto inglês. A ver.

Emocionante foi a disputa entre Daniil Kvyat e Max Verstappen. O rebaixado e o promovido, nessa ordem, travaram um duelo forte, com o Russo não dando chances no travado circuito de Cingapura. De certa forma renascendo após o mimimi do Vettel ter culminado com sua volta à Toro Rosso. Acho que Kvyat terminou de sacudir a poeira na corrida de hoje. Quase no final da prova Max o ultrapassou, mas ficou claro um jogo entre as equipes rubro-taurinas devido aos pilotos estarem em estratégias diversas.

Vettel fez uma excelente corrida, chegando em sexto, logo atrás do Iceman, depois de largar em último. The driver of the day!

Corrida boa, no final das contas.

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